Posts de fevereiro \28\UTC 2012

Quem quer ser um…testador de jogos?

fevereiro 28, 2012

Jogar grandes lançamentos antes de qualquer um. Analisar detalhadamente roteiro, jogabilidade, programação ou gráficos de um título. Estudar e aprender sobre os vários aspectos que envolvem a criação de um video game. E ainda ganhar dinheiro para fazer isso.

Um testador de jogos envolve tais conhecimentos técnicos, mas ele não pode deixar de lado a paixão pela área ou características pessoais manifestadas no profissional, como garra e trabalho em equipe. Pensando nessas qualidades que dificilmente surgem em uma entrevista de emprego, a Sony resolveu achar novos empregados a partir de um…reality show. É o “The Tester”, que está em sua terceira temporada.

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Doutor Estranho, adaptação mais ainda

fevereiro 8, 2012

Antes de criticar e fazer piadinhas com todos os elementos do filme, preciso que me respondam: olhando por toda a imensa galeria de criações da Marvel, por que alguém escolheria adaptar o Doutor Estranho para as telas? Apesar da aura de mistério e esoterismo em volta do personagem, ele não tem exatamente um carisma entre o público, exige efeitos visuais mais complicados (e caros) e passa longe do apelo popular de um membro dos Vingadores, por exemplo.

Mas isso não impediu Stephen Strange de saltar dos quadrinhos para a televisão, em um filme chato, indeciso e, principalmente, escuro. Não, não é obscuro: apesar de ser difícil de encontrá-lo por aí, o problema é a falta de luz mesmo.

E, antes de começar, eu admito: não conheço o Doutor Estranho, não faço ideia de quais sejam seus poderes, vilões, colegas ou fraquezas. Mas um filme ruim é um filme ruim – e a falta de qualidade de “Dr. Strange” (1978) está acima de qualquer preconceito.

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O primeiro zumbi

fevereiro 6, 2012

Até o final da década de 1960, o zumbi, morto-vivo ou undead só tinha um significado: o resultado de rituais vodu praticados no Caribe, cujos feiticeiros eram capazes de adormecer e reviver pessoas para que elas se tornassem escravos sem vontade própria, perfeitas para trabalharem em fazendas ou engenhos. O cinema, claro, se apropriou dessa criatura fascinante, inicialmente em “Zumbi Branco” (White Zombie, 1932), estrelado por Bela Lugosi.

Mas foi outra concepção desse monstro que caiu nas graças do povo: aquele que se levanta depois de morto, caminha a passos lentos e mancos e só tem um desejo, que é o de perseguir os ainda vivos e deliciar-se com a carne fresca de suas vítimas. Quem bolou essa criatura, que teve como base uma série de personagens da literatura e do cinema, foi George A. Romero, da até agora hexalogia que começou com “A Noite dos Mortos-Vivos” (The Night of the Living Dead, 1968).

E o primeiro deles a gente não esquece.

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A super bomba da Supergirl

fevereiro 1, 2012

Quando uma franquia dá certo, não dá para culpar a editora: eles precisam explorar o universo do personagem e continuar com a história. O problema é quando aberrações são criadas nessas expansões, como muita coisa que veio depois dos filmes de Star Wars, por exemplo. Nem o Super-Homem, o herói mais celebrado da Terra, escapou dessa: criaram Krypto, o Supercão, e Kara, a Supergirl.

Não satisfeitos em inserí-los nos quadrinhos (e aproveitando o sucesso da franquia no cinema), resolveram criar um filme sobre a prima . Com elenco fraco, direção ainda pior, uma história de dar risada e muitas, mas muitas bizarrices, “Supergirl” chegou aos cinemas 1984 – e entrou para o mesmo limbo de adaptações ruins como as que já falei aqui no blog.

Prepare seu lenço, porque você vai chorar – de tédio, desgosto ou de rir – com….Supergirl!

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